quarta-feira, 28 de julho de 2010

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Resolvi postar aqui um texto que fiz numa madrugada aí...

Acho que essa é a minha 4ª noite sem um sono legal, o medo anda me consumindo. Tenho medo de fechar os olhos e ter aquele pesadelo denovo, em passar todas aquelas cenas horríveis. Por isso é que madrugo no computador, ou lendo livros, escutando música... Faço o meu máximo para não ter que dormir, mas acabo cochilando. Há dias que eu não sei o que e dormir bem. Desço e/ou fico na internet pra ver se a solidão deixa de ser minha companheira diária, mas às vezes, nem isso a espanta. Sorte que a solidão não é como uma doença crônica, pelo menos não pra mim... Ela é como um resfriado; eu já tenho o remédio, só ta faltando o efeito. Não conto meus problemas pra todo mundo, até com eles sou meio individualista. Não quero analistas perto de mim. Uns amigos me chamam de poetisa pelo que eu escrevo, me perguntam daonde surgem esses conselhos e textos. Tô muito, mas MUITO longe de ser poetisa, acho que tudo o que escrevo/falo é um desabafo. Um simples ato de vomitar tudo o que tenho mastigado e quase sempre engolido.

O que a madrugada não faz com a gente, ein? A madrugada foi feita para boêmios, poetas, e etc. O único problema é que não me encaixo nem em bôemios(as) nem poetas/poetisas. Ou existe outro grupo na madrugada, ou eu estou criando um, mesmo sem me dar conta. Talvez eu me encaixe nesse "e etc ... "

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